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Busca por corpo de mulher morta pelo namorado e jogada no rio já está no 8º dia

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Chegou ao oitavo dia as buscas pelo corpo de Roseli Stoll, morta pelo namorado, no início do mês de dezembro (2), em Concórdia. Até o momento, o corpo da mulher não foi encontrado no Rio Uruguai, local onde o namorado confessou ter jogado a mulher após matá-la.

A equipe informou que fez a várias varreduras e verificou um ponto que fica a aproximadamente dois quilômetros do local principal das buscas, mas nada foi encontrado.

Segundo o Corpo de Bombeiros, nesta quarta-feira, foi utilizado uma embarcação de Itapiranga com sonar integrado e uma câmera subaquática, cedida pelo campus de Joinville da Universidade Federal de Santa Catarina.

Conforme o Corpo de Bombeiros, a equipe também contava com mergulhadores e bombeiros responsáveis pela logística. As buscas prosseguem nesta quinta-feira (16).

Buscas pelo corpo da mulher morta pelo namorado e jogada em rio completam oito dias

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Ao todo, sete militares atuaram na operação de hoje, entre eles, três mergulhadores, dois bombeiros de apoio.

Além de homens que atuaram no apoio logístico das buscas. Os protocolos de busca e varreduras foram executados com os cães, mas nenhum vestígio foi encontrado.

Relembre o caso de Roseli Stoll

Na manhã de quarta-feira (8), o namorado de Roseli Fatima Stoll foi preso e confessou ter matado a mulher e jogado o corpo no Rio Uruguai, nas proximidades da SC-469, na localidade de Alto Boa Vista. O homem foi preso no Rio Grande do Sul e afirmou para a Polícia Civil que usou uma cinta para asfixiar a vítima. Roseli estava desaparecida desde a noite do dia 2 de dezembro.

Policiais Civis de Santa Catarina investigavam o suspeito, que estava foragido e se deslocando pelas cidades de Florianópolis, Caxias do Sul e, na noite de terça-feira (7), Antônio Prado, local em que foi abordado pela Brigada Militar e conduzido até Caxias do Sul após resistir a prisão e tentar fugir da polícia.

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Após o veículo do suspeito ser periciado pelo Instituto Geral de Perícias (IGP), o autor optou, na presença de um advogado, por confessar o crime, apontando o local em que o corpo foi colocado no leito do rio, com uma pedra amarrada para evitar flutuação. Equipes de resgate de Santa Catarina fazem buscas no local.

Fonte: SCC10


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