Alto Vale

Liberado convênio para último trecho de ligação asfáltica entre Rio do Sul e Presidente Getúlio

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Nessa quinta-feira (20) foi publicado no Diário Oficial o extrato do convênio para a pavimentação asfáltica do último trecho da ligação entre Presidente Getúlio e Rio do Sul. A Secretaria de Estado da Infraestrutura vai liberar o valor de R$ 1.586.386,35 para dar início à obra na rodovia Lauro Pamplona.

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Segundo informações da Prefeitura de Rio do Sul, a licitação será lançada no dia 17 de setembro e contempla a pavimentação de um trecho de 1.200 metros que é uma importante ligação entre Vale Norte e capital do Alto Vale para desviar parte do fluxo de veículos que hoje passa pela BR-470.

A pavimentação desse trecho é uma obra aguardada há anos pela população e setor privado, já que em anos anteriores a maior parte da rodovia foi asfaltada, faltando apenas um trecho da via em Rio do Sul.

Serra do Tucano continua interditada

A Serra do Tucano em Presidente Getúlio continuará interditada por tempo indeterminado. É que com as chuvas, a realização de reparos na pista, onde o asfalto havia cedido há cerca de uma semana, se tornou inviável.

De acordo com informações repassadas pela assessoria do município ainda falta uma camada de asfalto para que o trânsito volte a fluir normalmente. O Executivo diz que o serviço será realizado quando o tempo colaborar, e depois disso os motoristas poderão passar pelo local novamente.

No final de semana, pessoas que transitavam pelo trecho registraram a queda de pedras na pista e problemas no asfalto, que voltou a ceder em alguns pontos. A situação foi relatada nas redes sociais e preocupou motoristas. Em virtude da ocorrência, a serra foi interditada.

Segundo relato da equipe técnica, a empresa responsável está realizando um reforço na contenção do paredão, na parte mais íngreme da serra. Eles disseram ainda, que para a obra são necessários homens e máquinas na pista, por isso a interdição.

Antes mesmo de ser entregue, a obra já teve problemas algumas vezes. Em junho deste ano chuvas já haviam causado estragos em alguns trechos e a rodovia passou por manutenção. Além dos problemas com o asfalto, pedras que caíram na pista representam perigo para quem passa no local.

A engenheira Gabriela Wollinger Arns afirmou que durante a execução da obra, as pedras soltas do paredão foram retiradas e foi utilizado inclusive um rompedor para derrubar as que poderiam cair. “Estava tudo estável, mas começou a infiltrar água que tirou a sustentação dessas pedras e aconteceu que elas caíram. Pode ser que caia mais, a gente não tem como saber”, explicou.

Ainda de acordo a entrevista, Gabriela afirmou que todo o serviço foi feito num período de seca e que com a chuva os problemas começaram a aparecer. Ela disse que foi feita a sub-base, a base, passaram o rolo compressor conforme o projeto e que a obra não apresentava riscos até o momento.

O trecho de 1,3 quilômetros foi licitado pelo valor de R$ 2,7 milhões, quantia que incluía terraplanagem, drenagem, pavimentação asfáltica, passeio e sinalização. O investimento foi através de recursos próprios do Município após um acordo com o governador. Na época o prefeito Nelson Virtuoso explicou que como a rodovia é estadual e a pavimentação seria feita com recursos da prefeitura, em troca o Estado faria a revitalização do Centro da cidade. A passagem de veículos após três meses de interdição foi liberada no dia 22 de maio quando a prefeitura anunciou a conclusão do asfaltamento e alegou que faltava apenas finalizar obras complementares, como a instalação de sarjetas, guarda corpo e sinalização.


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