Alto Vale

Radares na BR-470 no Alto Vale entram em operação em março

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Os redutores eletrônicos de velocidade, também chamados de lombadas eletrônicas, que estão instalados nos KMs 120+850 e km 121+350, localizados na Curva da Garapeira na BR- 470, devem entrar em operação no mês de março. A informação foi repassada pelo superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte em Santa Catarina (DNIT-SC) em Rio do Sul, Cristiano Zulianello. “Após ajustes, os equipamentos estão programados para entrar em operação no decorrer do mês de março”, informou. Nos locais, o limite de velocidade é de 60 km/h.

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Conforme informações, um dos equipamentos, instalados no sentido Rio do Sul, que cobre as duas pistas da Curva da Garapeira, ainda necessita da instalação de um visor. O controlador de velocidade recebeu uma placa de energia solar por conta da dificuldade de liga-lo à rede elétrica no local.

Já o equipamento instalado na descida da serra – em frente à garapeira, está em processo de aferição.  O radar instalado no KM 123, antes da chamada Curva da Pré-Fabricar, já está em funcionamento.

Ao todo, são 158 quilômetros cobertos pelos medidores de velocidade. O primeiro está no KM 89 em Ascurra e o ultimo está instalado em Curitibanos, no KM 247. Na região do Alto Vale, são oito radares em Rio do Sul, quatro em Pouso Redondo, três em Ibirama, dois em Trombudo Central e dois em Lontras.

Os redutores começaram a ser reinstalados com a homologação na Justiça Federal do acordo entre DNIT e União. Santa Catarina é o estado com o maior número de novos aparelhos, 202, com a maioria em faixas críticas consideradas altas e muito altas pelo governo federal.

Homologação

Após o presidente da República, Jair Bolsonaro prometer extinguir os equipamentos, a juíza Diana Wanderlei, da 5ª Vara Federal em Brasília suspendeu a retirada dos radares até que o governo apresentasse dados técnicos que embasassem a iniciativa.

Após, durante uma audiência judicial, a área técnica do governo contrariou o discurso de Bolsonaro e apresentou um estudo preliminar indicando que 8.031 faixas precisavam de monitoramento no país.


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